• Bambuí, 12 de Dezembro de 2019

O governo não deixa outra alternativa a não ser ampliar e radicalizar a greve.

No ultimo dia 1º, depois de mais de dez meses procurando negociar junto ao governo federal uma reestruturação de carreira, fomos surpreendidos com um duro ataque dos negociadores do governo Dilma que firmaram acordo com uma Entidade sem qualquer respaldo na base da categoria. Mais uma vez o governo elencou a sua Entidade parceira para tentar desmobilizar a nossa greve e nos desrespeitar no processo negocial.Após aquela pantomima, um verdadeiro circo, onde o governo mais uma vez estabeleceu como política da negociação os seus limites políticos, contrariando tudo aquilo que o PT e os dirigentes de ontem do movimento sindical haviam ajudado a construir nas décadas anteriores. O Comando Nacional de Greve fez uma analise da conjuntura, pesando os prós e contras em relação ao ato praticado pelo governo e a entidade sindical deste, chegando ao entendimento de que o governo Dilma não nos deixa outra alternativa que não seja a de ampliar e radicalizar a nossa greve. Mesmo com todos as pressões que serão encaminhadas pela mídia e pela própria sociedade para que encerremos a nossa greve, estamos convictos que não poderemos aceitar tal golpe sem que a disputa pelas nossas propostas volte a ser encaminhada pelo nosso movimento. No ultimo dia 1º, depois de mais de dez meses procurando negociar junto ao governo federal uma reestruturação de carreira, fomos surpreendidos com um duro ataque dos negociadores do governo Dilma que firmaram acordo com uma Entidade sem qualquer respaldo na base da categoria. Mais uma vez o governo elencou a sua Entidade parceira para tentar desmobilizar a nossa greve e nos desrespeitar no processo negocial. Após aquela pantomima, um verdadeiro circo, onde o governo mais uma vez estabeleceu como política da negociação os seus limites políticos, contrariando tudo aquilo que o PT e os dirigentes de ontem do movimento sindical haviam ajudado a construir nas décadas anteriores. O Comando Nacional de Greve fez uma analise da conjuntura, pesando os prós e contras em relação ao ato praticado pelo governo e a entidade sindical deste, chegando ao entendimento de que o governo Dilma não nos deixa outra alternativa que não seja a de ampliar e radicalizar a nossa greve. Mesmo com todos as pressões que serão encaminhadas pela mídia e pela própria sociedade para que encerremos a nossa greve, estamos convictos que não poderemos aceitar tal golpe sem que a disputa pelas nossas propostas volte a ser encaminhada pelo nosso movimento. Entramos naquela audiência com a clara disposição de negociar e até mesmo ver em que patamares poderíamos viabilizar minimamente os direitos conquistados e o não retrocesso presente em quase todos os pontos da proposta apresentada pelo governo Dilma. Hoje, ficamos apenas com a responsabilidade de dar sequência a nossa luta, até porque a nossa greve não está pautada apenas em tabelas e muito menos em tabelas e critérios que trazem mais prejuízos que soluções para os docentes da nossa base. No próximo período teremos que organizar a nossa greve com ações concretas que denunciem o governo e os seus aliados, bem como que esclareça os prejuízos que a proposta assinada com o PROIFES trará para toda categoria. Além de termos que organizar atividades nos estados e em Brasília buscando pressionar o governo a reabrir a mesa de negociação; mesmo que isso possa ser visto como algo distante, não nos cabe outra coisa que não seja tentar reabrir este canal de negociação. A única coisa boa ocorrida no dia 1º foi a abertura do processo negocial dos TAEs para ser iniciado na próxima segunda. Mas que não nos deixemos emocionar com isso, até porque o governo não apresentou muitas possibilidades no atendimento de nossa pauta e também pode não haver muitos avanços nas negociações. Só esperamos que o que vem por aí não seja tão ruim quanto ao que foi imposto para os docentes até o momento. Enfim, companheiros (as), devemos ter em mente que neste mês de agosto vamos ter que construir muito mais do que já fizemos durante a nossa greve. Devemos radicalizar nas manifestações aqui em Brasília durante as audiências quanto ao julgamento do mensalão, bem como realizar atividades que denunciem a política do governo Dilma nas cidades e capitais onde estarão ocorrendo as disputas eleitorais no próximo período. Todos à luta e com muita vontade em mudar a correlação de forças e a intransigência de um governo que não merece qualquer crédito da nossa parte depois do que ocorreu na última mesa e no último período ,Entramos naquela audiência com a clara disposição de negociar e até mesmo ver em que patamares poderíamos viabilizar minimamente os direitos conquistados e o não retrocesso presente em quase todos os pontos da proposta apresentada pelo governo Dilma. Hoje, ficamos apenas com a responsabilidade de dar sequência a nossa luta, até porque a nossa greve não está pautada apenas em tabelas e muito menos em tabelas e critérios que trazem mais prejuízos que soluções para os docentes da nossa base.No próximo período teremos que organizar a nossa greve com ações concretas que denunciem o governo e os seus aliados, bem como que esclareça os prejuízos que a proposta assinada com o PROIFES trará para toda categoria. Além de termos que organizar atividades nos estados e em Brasília buscando pressionar o governo a reabrir a mesa de negociação; mesmo que isso possa ser visto como algo distante, não nos cabe outra coisa que não seja tentar reabrir este canal de negociação.A única coisa boa ocorrida no dia 1º foi a abertura do processo negocial dos TAEs para ser iniciado na próxima segunda. Mas que não nos deixemos emocionar com isso, até porque o governo não apresentou muitas possibilidades no atendimento de nossa pauta e também pode não haver muitos avanços nas negociações. Só esperamos que o que vem por aí não seja tão ruim quanto ao que foi imposto para os docentes até o momento. Enfim, companheiros (as), devemos ter em mente que neste mês de agosto vamos ter que construir muito mais do que já fizemos durante a nossa greve. Devemos radicalizar nas manifestações aqui em Brasília durante as audiências quanto ao julgamento do mensalão, bem como realizar atividades que denunciem a política do governo Dilma nas cidades e capitais onde estarão ocorrendo as disputas eleitorais no próximo período.Todos à luta e com muita vontade em mudar a correlação de forças e a intransigência de um governo que não merece qualquer crédito da nossa parte depois do que ocorreu na última mesa e no último período.

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