• Bambuí, 11 de Dezembro de 2019

Após morte de menino, pai busca filha que morava com acusadas de esquartejamento

Foto: Alexandre de Paula/CB/D.A Press

Em busca da filha há 5 anos, o pai da menina de 8 anos que morava com o casal acusado de matar Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, chegou ao Distrito Federal neste domingo (2/6), para buscar a garota. A mãe dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, de 28, fugiu do Acre com a criança em 2014, junto com Rosana Auri da Silva Candido, de 27, mãe de Rhuan. Nessa sexta-feira (31/5), as mulheres esquartejaram, degolaram e queimaram o corpo do menino. 

O homem desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília por volta das 8h30. Em seguida, foi à 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) conversar com o delegado à frente do caso. Em seguida, seguiu para o abrigo onde a criança foi levada após o crime. Ainda abalado, ele não quis conceder entrevistas.

De acordo com o Conselho Tutelar, a garota vivia com o casal, em Samambaia, e estaria dormindo no momento do assassinato de Rhuan. No entanto, ela passará por acompanhamentos psicológicos e será assistida pelo órgão quando voltar ao Acre, com o pai. 

No dia do crime, na delegacia, a garota teria feito um desenho de um menino com os órgãos expostos. O Conselho Tutelar ainda vai apurar se ela presenciou a cena. A menina tinha sinais de maus tratos, como pés ressecados e alguns cortes na cabeça. Os investigadores não descartam a possibilidade de que o casal iria matá-la. 


O caso 
Rhuan foi assassinado pela mãe com ajuda da madrasta. O garoto estava dormindo quando foi surpreendido com uma facada no peito. Ele ainda levou diversos golpes, teve o corpo esquartejado, queimado e distribuído em uma mala e duas mochilas escolares. 

Após matar o filho, Rosana levou uma mala com o corpo dele e despejou em um bueiro de Samambaia. Pessoas que estavam na rua viram a cena e, posteriormente, abriram o objeto e encontraram partes do menino. A polícia foi acionada e prendeu as duas mulheres ainda em casa.


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